1º) - Professor de Educação Física
Como sou professor de Educação Física, fico muito tempo em pé. O resultado é que sentia muitas dores nas pernas, além do estresse. Era comum chegar ao segundo semestre do ano letivo já no limite. Não podia ver aluno, ninguém na minha frente, porque queria estourar. Vendo algumas reportagens sobre acupuntura na televisão e no próprio jornal da APP-Sindicato, acreditei que isto poderia resolver. Foi então que decidi experimentar a técnica. Fiz a primeira sessão por desencargo de consciência, para ver se resolvia mesmo. Resolveu.
Primeiro, fiz uma avaliação total. Falei o que sentia, o que estava buscando com a acupuntura, e o Miguel Reitor fez um programa específico para as minhas necessidades. Ele explicou que o mínimo de sessões necessárias para sentir a diferença corpo são dez. No meu caso, na terceira sessão já senti mudanças. O meu nível de estresse – quando cheguei ao consultório era o segundo semestre de 2005 – diminuiu muito. As dores nas costas e de cabeça, por conta do exercício da profissão, aliviaram sensivelmente. Assim, faz dois anos que venho me tratando com a acupuntura. Agora, só para fazer a manutenção de 15 em 15 dias.
Por conta dos resultados que obtive, minha família também se interessou pelo tratamento. Inicialmente, minha mulher era cética. Animado com os resultados, comentei com a minha mãe, que sofre de hipertensão, que também veio ao consultório do Miguel e fez o tratamento. A pressão normalizou. Diante deste novo fato, minha esposa percebeu que a acupuntura resolvia, tanto por ver o meu quadro, quanto o da minha mãe. Assim, ela também resolveu fazer algumas sessões.
Pouco depois, um tio meu também se interessou. Ele tinha também tinha pressão alta e sentia dores na coluna. Meu irmão, que também não acreditava e tinha problema de pressão, resolveu dar uma chance ao tratamento. Ambos melhoraram. Hoje, nós cinco -eu, minha esposa, minha mãe, meu irmão e meu tio - estamos utilizando a acupuntura.
Os resultados obtidos fizeram com que eu tivesse confiança suficiente para recomendar o tratamento a outros professores da escola. Principalmente para combater o estresse, pois este é um tratamento que realmente ajuda. Na Educação, vivemos sob pressão, ficamos doentes, deprimidos... Se as pessoas viessem fazer acupuntura, conseguiriam lidar melhor com estas questões. Eu vejo a grande diferença de como trato meus alunos agora, e de como era minha relação com eles antigamente. Eles gostam mais de mim hoje, pois não me temem, coisa que acontecia antes. De 2005 para cá, não sinto mais estresse.
Outra coisa: de uns dois anos para cá, eu e minha esposa estávamos tentando ter um filho. A ginecologista da minha esposa disse que eu deveria fazer exames, pois a minha esposa não apresentava problemas. Só descobri em 2006 que tinha um problema com meus espermatozóides. Resolvi que não faria tratamento. Preferi deixar à própria sorte. Comentamos a situação com o Miguel, que sem dizer nada passou
a estimular alguns pontos relacionados a fertilidade. Descobrimos, pouco depois, que está grávida.
2º) - Terezinha
Minha irmã trouxe-me para a acupuntura após termos procurados vários médicos e feito diversos exames para resolver um problema de edema nas pernas, além do estresse. Eu era ansiosa, vivia sem controle. Então vim ao Miguel Reitor, mas com pouca fé. Logo na primeira consulta já senti a diferença, pois ele me tratou muito bem e me tranqüilizou.
Após analisar meu caso, fez um diagnóstico e prescreveu o tratamento que achou indicado. Na terceira sessão já me senti mais relaxada e descansada. Na época, minha cabeça não estava nada bem. Inicialmente, fazia as aplicações duas vezes por semana. Hoje, um ano depois, não tomo mais remédios. As dores nas pernas, o cansaço e o estresse estão sob controle. Consegui, graças a Deus, eliminar este quadro.
Clique na imagem para ampliar |
| |
| |
|
|
|
|
|
|
| |
|
|
|
|
|
|
3º) – Sr. Expedito e D. Ilina
Expedito:
Tentamos fazer acupuntura antes, mas não consegui levar adiante por conta da demora entre as consultas. Eu tinha problema de coluna, bronquite asmática, rinite e, por conta deles, não conseguia dormir à noite. Além disso, minha saúde era abalada por conta da xistossomose. Assim, durante muitos anos eu me tratei com a homeopatia. Mas aqui, graças a Deus, encontrei apoio. Não só o tratamento, mas a atenção do Miguel Reitor conosco. Para mim para mim ele não é um médico, mas sim um filho. Alguém que sempre se coloca à nossa disposição. Com ele conseguimos nos expressar livremente. Neste um ano de tratamento, estamos nos sentido bem melhor. Posso atestar que encontramos, na acupuntura, um alívio imenso.
D. Ilina
Eu trouxe meu marido para fazer o tratamento, mas como tinha medo das agulhas fiquei receosa. Acompanhava tudo de perto, inclusive para assegurar que as agulhas eram descartáveis. Só então, após três meses, quando realmente a equipe do Miguel Reitor ganhou a minha confiança, resolvi começar o tratamento também. Hoje, nas sessões, são tratados os meus problemas de osteoporose e osteopenia. Posso dizer que me sinto muito bem. Inclusive, quando não é possível vir ao consultório, sentimos falta das sessões. Há muitos anos que ouvimos falar da acupuntura e, felizmente, resolvemos experimentar o tratamento. De fato, hoje nos sentindo muito melhores que antes.
Clique na imagem para ampliar |
| |
|
|
|
|
|
|
|
| |
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
| |
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
| |
|
|
|
|
|
|
| |
|
|
|
|
|
|
|